É 'duro', mas pode ver

Pode assistir que eu garanto. O filme Duro de Matar 4.0, com Bruce Willis, mostra que é possível acontecer um colapso causado por meio da tecnologia e, ao mesmo tempo, o caos que o mundo pode vivenciar sem a rede mundial de computadores. O filme deixa evidente que o controle de um país (e por que não falar do mundo?) é feito por meio da internet.

Para isso, basta que o indivíduo possua um computador com internet e domine a linguagem da web para que o planeta, ou parte dele, passe por uma pane geral dos sistemas que funcionam interligados. O contexto do filme também evidencia de que a pessoa, além de ter conhecimentos sobre informática, também é imprescindivel ser detentor de um conhecimento global, ou seja; sempre manter-se informado.

Em sintese, o filme, que é caracterizado pela ação, deixa como mensagem subliminar de que a informação é um bem que as pessoas procuram, pois, o grande vilão da história não detém conhecimento pleno sobre tecnologia, mas conhece a pessoa certa que domina o assunto e propõe uma parceria para tentar se vingar de algo particular no passado.

 

 



Escrito por Otávio Manhani às 10h47
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ENTRETENIMENTO LUCRATIVO

Trabalhar apenas duas horas por dia e ganhar entre R$ 6 e R$ 7 mil por mês é o sonho de muita gente. Só que em Araçatuba, interior do Estado de São Paulo, tem alguém vivenciando a realidade deste sonho.
Igor Pucci, 24 anos, formado em Ciências da Computação e pós-graduando em Economia na UEL (Universidade Estadual de Londrina), proprietário do site Pérolas do Orkut (www.perolasdoorkut.com.br), é um exemplo de pessoa que sobrevive “brincando”. Ele ganha mais de R$ 6 mil mensais trabalhando apenas duas horas diárias. E em casa!
O jovem que trabalha com internet no desenvolvimento de sistemas de dados e sites desde 2001, também possui outros três sites: o Web Recados (www.webrecados.com), o Web Frases (www.webfrases.com) e o Movie (www.movie.com.br). No entanto, o site que alavancou e o tornou um dos maiores empresários do ramo virtual foi o Pérolas do Orkut.

Em entrevista coletiva aos alunos do quinto semestre do curso de Jornalismo do Centro Universitário Toledo na manhã do dia 30 de maio, o araçatubense disse que o Pérolas do Orkut foi criado sem intenção de retorno financeiro. “Antes de ter o site, separava algumas fotos engraçadas que encontrava na internet e enviava para meus amigos. Como eu tinha várias imagens, resolvi montar um blog”, declarou.
Quando o jovem resolveu tornar público o conteúdo que até então era restrito aos amigos, em julho de 2007, disse ter ficado surpreso com a aceitação. “Coloquei 50 fotos no blog e, em um mês, tive dez mil acessos. E isso só de boca a boca, sem gastar com propaganda!”, exclamou.
Quase um ano depois do Pérolas do Orkut ganhar a internet, o empresário comentou que o site conta com mais de duas mil imagens, todas selecionadas e organizadas por categoria. Mesmo trabalhando sozinho, o jovem ressaltou que possui quatro colaboradores.

Pucci não esconde o entusiasmo ao falar do Pérolas do Orkut. O araçatubense comemora seus 30 mil acessos diários que vêm de todos os cantos do Brasil, além dos 100 e-mails que recebe por dia. Mas os números não o assustam. “Tenho outros projetos voltados à internet, mas ainda estão em andamento”, conta.
Questionado se já respondeu algum processo por utilizar imagens de pessoas no site, o empresário informou que logo de imediato tomou suas precauções. “Quando vi que o site teve dez mil acessos, consultei alguns advogados e eles me orientaram sobre o assunto”, frisou.
Mesmo usando imagens de outras pessoas, Pucci disse que preserva o rosto delas, mas ressalta que “se a foto está no site de relacionamento do indivíduo, subentende-se que é público, que a pessoa tem a intenção de mostrar”.

Com relação ao grande número de internautas, principalmente aqueles que procuram na rede mundial de computadores os famosos sites de relacionamento, o entrevistado destaca que a tendência do Orkut, por exemplo, é de aumentar o número de adeptos. “Acredito que dificilmente a quantidade de usuários do Orkut irá diminuir”, opinou.
O empresário frisou que o aumento de pessoas cadastradas em sites de relacionamento é conseqüência do crescimento de centros públicos pagos de acesso a internet, popularmente conhecidos como lan houses ou cyber café.
Segundo o empreendedor, as classes sociais responsáveis pelo crescimento de usuários da internet são a C e D. Ele fez questão de destacar a importância que o meio oferece a este público quando se fala em inclusão digital. “Para muitos, a internet é sinônimo de Orkut e MSN. No entanto, a meu ver, o mais importante é que essas pessoas estão sendo incluídas digitalmente”, frisou.

Pucci conclui dizendo que o sucesso do site Pérolas do Orkut é pelo fato do conteúdo pertencer ao próprio usuário, ou seja; é do usuário parte das imagens, ele quem dá a nota, enfim, a interação entre produto e consumidor.
Para encerrar, o empresário deu a receita do sucesso: atualiza todos os dias com quatro imagens e, quando necessário, retira aquelas que não tiveram boa aceitação a pedido dos usuários.


Escrito por Otávio Manhani às 19h52
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"Sou praieiro..., sou guerreiro..., sou BLOGUEIRO..., quero mais o quê ê!"


Os estudantes do 3º ano do curso de Jornalismo do Centro Universitário Toledo, de Araçatuba (SP), Marcela Nobre Cruz, 20 anos, e Márcio da Silveira Bracioli, 21 anos, concederam uma entrevista coletiva aos colegas de sala sobre blog. O espaço foi aberto pelo professor de Jornalismo Online, José Marcos Taveira, que, além de acompanhar a entrevista, também participou fazendo algumas perguntas.


Marcela, que teve seu primeiro blog em 2001, disse que aprendeu a mexer em blog sem o auxílio de um orientador, ressaltando que, na época, "a linguagem e as ferramentas utilizadas na construção de um blog era bem mais difícil do que hoje". A universitária declarou, ainda, que não se vê sem blog e afirma que acha o máximo o feed back daquilo que escreve. "Escrevo tudo aquilo que me dá vontede. Geralmente produzo meus textos quando estou triste. É um tipo de inspiração; parece que flui melhor", avalia.


Em contrapartida, Bracioli diz que sempre gostou de escrever e afirma que o blog é um espaço bom para treinar. "O conteúdo é o que vem em mente; não há fórmula. Quando comecei a escrever, dava preferência para textos relacionados a Cultura; hoje [o blog] já tem de tudo", explica. Questionado sobre a freqüência com que alimenta o blog, Bracioli diz que faz entre duas ou três vezes por semana. Ao contrário do colega, Marcela visita seu blog duas ou três vezes ao dia. Segundo ela, sua maneira de escrever melhorou consideravelmente.


Entre os blogs que mais visita, Marcela diz que o do professor José Marcos Taveira é um deles. Já Bracioli prefere o blog do apresentador de televisão Zeca Camargo. Com relação ao número de comentários que ambos recebem diariamente, Marcela tem entre 15 a 20. Bracioli, por sua vez, diz ter, em média, uns cinco. "Para mim, não importa a quantidade de visitas mas, sim, de 'quem' visita", declarou o estudante.


Com relação ao circulo de amizade adquirido no blog, Bracioli ressaltou que, no momento, permanece o mesmo. "Geralmente quem entra [em seu blog] já são meus amigos", explica. Para Marcela, no entanto, o número de amigos blogueiros aumentou. A universitária encerra dizendo que "liberdade para expressar a opinião nunca é demais" e que o blog proporciona esta liberdade.






Escrito por Otávio Manhani às 09h10
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Pelé morre baleado

Foi mais ou menos assim o título de um jornal impresso que circula na Baixada Santista, litoral do Estado de São Paulo, há alguns anos. A manchete estampada no jornal, que não acompanhava por uma foto, causou espanto das pessoas. Com certeza uma das edições mais vendidas do veículo.

Ao adquirir o exemplar, as pessoas imaginavam ver a notícia da morte do maior jogador de futebol do mundo, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Porém, o que encontraram foi uma matéria relacionada ao tráfico de drogas na cidade de Santos, onde um dos maiores traficantes, conhecido pelo apelido de Pelé, fora baleado e morto durante confronto com a polícia.

Após o susto dos leitores, o alívio. E olha que não era 1º de abril. O que aconteceu foi que o veículo de comunicação se aproveitou de um nome conhecido e querido mundialmente para dar uma notícia ambigüa. O episódio que relato foi dito por uma colega minha há algum tempo. Como na época ela morava em Santos, disse ter vivenciado esse momento.

Casos como este, nós, futuros jornalistas, devemos tomar muito cuidado, independente se a notícia faz referência a uma pessoa conhecida ou não. Nesse caso, minha colega não soube dizer se o ex-jogador do Santos entrou na Justiça contra o veículo. Embora a repercussão não tenha ocupado espaço em nível nacional na época sobre o assunto, a notícia serviu de comentário na cidade por alguns dias.



Escrito por Otávio Manhani às 09h11
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Acabei de chegar.

Escrito por Otávio Manhani às 09h58
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